shithappens

It Freaks Me Out!

Wednesday, April 29th, 2009 | me&blog, realidade | 5 Comments

Ainda não descobri se ter medo de poucas coisas na vida é bom ou ruim. O que sei é que algumas coisas me deixam realmente com medo nessa vida.

Fato é que simplesmente abandonei esse blog e todas as minhas duas, opa, três, leitoras sabem muito bem que a vida por aqui não está fácil. Estou viajando toda semana pra grande megalópole Mococa City, a cidade do leite (das vacas) e dos buracos (das ruas). Mas o que isso importa, né? Tu vai entender…

Depois dessa breve e totalmente inútil explicação sobre minha vida pessoal, vamos ao que interessa. Resolvi depois de muito tempo verificar as estatísticas, “analytics”, comentários do blog e tal. A média diária de 2 visitas se mantém constante (uma em casa e outra no trabalho). Onze comentários para aprovar, sendo 10 SPAMS e cheguei às pesquisas que chegam a esse infortúnio virtual.

No período de um mês, DUAS pessoas procuraram por “elieser leão” no Google. Não é a primeira vez. Em sete meses que esse circo de pulgas existe, já notei outras vezes que tal pesquisa foi executada. Pergunto: “elieser leão” não é um nome nada comum, ou seja, estavam procurando por mim mesmo, por quê?

Não sou ninguém, não tenho nada, mal sei escrever o português correto e fazer piadas dignas do stand up brasileiro no Twitter. Por que cargas d’água você, querida stalker, estaria me perseguindo e/ou querendo saber mais sobre minha vidinha medíocre?

Hipocrisia à parte, se você for linda e/ou gostosa ou com algum apelo visual deveras interessante, utilize o meu email para me enviar sua foto. Fotos de corpo inteiro, preferencialmente semi-nuas terão preferência. Se eu interessar peço que minha assessoria de imprensa entre em contato.

Grato.

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Adoro Meus Amigos – Pt II

Wednesday, February 11th, 2009 | conto, realidade, shithappens | 1 Comment

Continuando a série (capítulo 1 aqui) sobre o quanto eu sou legal com meus amigos, segue mais uma breve história.

Mais um fim-de-semana daqueles. Sem nada pra fazer e tal. Até aí tudo normal.
Eis que amigo “A” (usaremos letras pra preservar as devidas identidades):
- Bora sair? Jogar uma sinuca, pegar no taco e tal?!

[Pausa]
Piadas de duplo sentido já estão fazendo parte constante da minha vida, vide o #ahmuleke.
[/Pausa]

Beleza, liguei pro amigo “B”, peguei ele na Paulista(ui) e fomos segurar o taco na Augusta. O bar eu não lembro o nome, nem sei se tinha nome, mas era o único ali que tinha mesa sobrando, apesar de ser quente “bagarai” ter umas minas totalmente encachaçadas e tal, deu pra se divertir. Aliás esse é um espetáculo a parte, inclusive, pra outro post. Depois de eu mostrar todos as minhas habilidades em cima de uma mesa de sinuca (sem duplo sentido) saímos dali em busca de, como definiu “A”, peitos. (Sem duplo sentido, porque a moça mais bonita do lugar estava trajando um vestidinho verde, minúsculo. Seria “perfect” se ela não tivesse 1,95 metros e pesasse seus 110 kilos, nivelando por baixo)

Whatever.

Saímos em busca do maravilhoso mundo “peitoril and free as in beer” pelas ruas de SP. Primeira parada, óbvio, Augusta às 3 horas da manhã: NADA.
Amigo “A”, exclama:
- Já sei onde tem: na Av. Indianópolis. Já fui várias vezes lá.

Sim, meus senhores: eu sou um mero turista ainda nessa selva de pedras e não sabia o que estava por vir. “B” concordou e lá fomos nós “passear”. Eu podia ser preso nesse momento, visto que “B” é “de menor” ainda, ou seja, criança, ou se preferir leia: virgem.
Chegando na dita avenida e andando alguns metros nada existia, sendo assim, paramos num postinho pra tomar uma água, tirar outra do joelho e conversar com o atendente da lojinha. Sério! O rapaz que estava atendendo a loja do posto nunca ficou tão feliz na vida dele por entrarem 3 héteros (há controvérsias sobre “A” e “B”) aquela hora da manhã e ainda conversar normalmente.
- Água? Em 3 anos que trabalho aqui nunca entrou ninguém as 3 e meia da manhã e pegou água! – bradou o sujeito num tom de espanto que poderíamos ser canonizados ali, naquele momento por tamanha “santisse”.
Dali em diante a conversa desenrolou.

Saímos dali e em alguns minutos encontramos “quase” o que estávamos procurando. Digo “quase”, porque os seres que tinham peito, tinham algo a mais, se é que tu me entende.
- Calma! Calma. Sempre tem! Mais pra frente tu vai ver que vai melhorar. – explicou-se “A”.

Nesse caso as “mulheres” tinham algo a mais mesmo e era na frente, enfim. Já que tô no inferno…

Mais alguns metros e nos deparamos com a legítima e fidedigna “Parada Gay”. Caraleos alados, nunca ri tanto! Mentalize uma parada de ônibus… ok? Agora encha essa parada com GAYS! Claro! Parada Gay! Deviam ter uns 15 ali jogando purpurina pra tudo que era lado e muito provavelmente contando as experiências da noite. [/piadaRuim]
Fomos até o final e voltamos. Na volta “A” grita:
- Ali! Ali! Pára ali do lado!

“Neguin”, o caboclo falava mais grosso que o B.B. King com problemas na garganta. Como sou um amigo prestativo, fiquei ali esperando, afinal “A” estava numa conversa animada com o rapaz a moça.

Como um bom amigo que sou, assim que ele começou a se animar demais dei um toque nele e saímos dali.

Resumo a noite: mulheres ZERO. Avenida Indianópolis #FAIL! “A” queria mesmo era ver os homens travestidos e “B”… bom… “B” é virgem mesmo, o que ele ver ao vivo é lucro.

PS: pronto. Menos dois amigos no currículo. Hahaha!
PS2: Mãe, é tudo brincadeirinha tá?
PS3: ainda vou comprar um. De presente será bem aceito também. (D’oh!)

[Update: linkei o primeiro capítulo.]

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Personal Delorean

Saturday, October 11th, 2008 | com destino, me&blog, mimimi, sorry | 3 Comments

Eu não vejo a hora de ter o meu próprio Delorean. Fato é que eu não me arrependo de nada que eu fiz na minha vida, e sim das que deixei de fazer. Clichézão, eu sei! Felizmente ou infelizmente – eu ainda não descobri – eu sigo essa sentença, mas que as vezes dá uma vontade do cão de voltar no tempo e fazer algumas coisas diferentes, dá.

De novo, não me arrependo do que fiz, me arrependo da maneira com que eu ajo em determinadas situações. Posso ter uma vida bem resolvida, aparentar meus 28 anos(todo mundo diz que tenho isso), arriscar na vida, ser um tanto quanto mais maduro que muito cara de 28 anos(/modéstia à parte), mas o que me mata mesmo é quando estou apaixonado. Puta merda! Eu faço coisas que eu nem sei porque fiz. A questão não é o motivo que me levou ao ato, mas a maneira com que agi em relação ao fato.

Duas vezes na minha vida senti o que estou sentindo, hoje. A primeira foi… a primeira! Aquela de escola, guri de 12, 13 anos e tal. Só que aí, hoje, da mesma maneira eu estou fazendo as coisas como um guri de 14, 15 – vai, dá um desconto. Tem o seu lado bom disso e que eu tenho certeza que ela gosta.

Eu poderia ter evitado coisas, podia ter te poupado do stress, da angústia, da minha infantilidade, mas eu juro que não foi por mal, que dirá de propósito. Eu estava sem chão, sem saber pra onde correr, caindo eternamente no absoluto escuro sem ter qualquer ponto de referência, muito menos onde me agarrar. Achei algo, que não era o certo, me apeguei a isso e como todo bom adolescente não soube controlar as coisas que se sucederam. Até que as luzes se acenderam e eu estava no banheiro de “Jogos Mortais”, com o pé amarrado e você sumindo no horizonte. Exatamente, um filme de terror, angústia e medo pelo menos para mim.

É extremamente ruim saber o quão escroto e idiota reagi, eu choro por dentro. Choro por ter falado quando podia ter me recolhido a minha insignificância e ficado quieto. Por ter perdido uma oportunidade enorme de melhorar as coisas e quem sabe achar a luz de uma maneira menos impulsiva. Isso! Essa é a palavra: impulso! Eu não acredito muito nessas coisas de signo, mas malditos arianos impulsivos e orgulhosos. Orgulho, onde?

Desculpas? Eu peço, imploro, suplico… Se irá adiantar só o tempo vai nos dizer. É facil falar? É fácil pedir? Com certeza é, mas não quando vem do coração e pela primeira vez me arrependendo de verdade do que fiz.

Nessas horas que eu queria ter o meu “Personal Delorean” e voltar somente algumas horas no tempo para esse fato – ou quem sabe alguns dias – e fazer tudo diferente.

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Desorganização